Pai dos Badecos

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Novela: "Oi, eita serviço bom!" | Capitulo 2

Como previsto. A história contada anteriormente tem um novo capitulo. Roberta (lembrando que, esse nome é fictício, assim preservando a sua integridade), que sofrera com o "serviço prestado" pela Oi, empresa de telefonia e Internet, semana atrás, foi visitada por um técnico do setor de Internet da empresa prestadora de serviços terceirizada da Oi, a TELEMONT. O mais engraçado é que o tal, "técnico" nem saiu do carro da empresa para os devidos testes de qualidade de sinal de dados. Simplesmente assinalou alguns itens de um folheto padronizado, com a marca d água da "Oi". Em um dos itens assinalado estava a seguinte descrição: "Rede não apta". Oras bolas! Como essa rede não é apta? Se tem vários vizinhos de Roberta tem Internet? E não se assuste, no Acre só existe uma operadora de Internet por telefone fixo, os outros que existem, são de tecnologia 3G de modems móveis, e que também muitos dizem que não é 3G "nem aqui e nem na China", é 2G mesmo, e todas as operadoras que trabalham com esses modems móveis vendem esses modems dizendo ser 3G.

E ao entregar esse folheto o técnico, se inserindo no papo, mas com a cara parecendo que: "comeu e não gostou" virou-se e disse: - Senhora pode ir ao PROCON, a justiça, o que a senhora quiser. Isso não vai dar em nada. Vai perder seu tempo.

Pois então, com toda vontade do mundo, e com a gana de fazer justiça para lavar a alma ela vai em frente, até ao PROCON.

Ao relatar seu caso para a atendente, muito prestativa por sinal, acaba sendo encaminhada para ao Tribunal de Justiça Comum, pequenas causas.

Termina assim sua peregrinação, já que o PROCON fica do outro lado da cidade, em relação ao Tribunal de Justiça Comum, mas motivada para ver se realmente não iria dar em nada, ela recebe o documento que se abre, portanto, uma porta de esperança para que, mais uma vez, seja feita a justiça correta. E faça com que essas empresas que acham que dominam as situações paguem pelos erros infantis que cometem. Em pleno século XXI, essas empresas multinacionais não conseguem prestar o mínino, o básico para quem só quer ser bem sucedido em suas negociações. Negociações sim, porque se eu compro um serviço, e eles me prestam esse serviço, quem é funcionário? E quem é empregado nessa historia? Acho que a forma de ver as coisas é muito diferente de como se pinta. Empresas desse porte não se preocupam com um único caso, acham que nada pode ser feito contra eles e que tudo acabará em PIZZA. Mas isso não se limita mais somente a um caso, são vários! E muitos desses casos não são levados para as vistas da justiça, e passam despercebidos. E o prejuízo sempre é do consumidor, mas desta vez não! A ação movida contra a "Oi" está relacionado um valor de indenização de R$ 10.000,00 reais. Será? Será que isso vinga? Espero que sim.

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